Isa Guerra: Fevereiro 2012

Páginas

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Os Farsantes

Gente, sabe aquela cena que eu já mostrei no blog, O Farsante? Eu e meus amigos resolvemos reescrever ela. Nós adicionamos mais uma personagem. Aqui está a nova. Vou botar a antiga embaixo.

 Os Farsantes (nova versão)



A cena começa com Ian e Giordana fofocando (susurrando) sobre o plano. Ficam sentados no palco cochicando coisas ilégiveis para o público. Isa e Sofia entram em cena e eles se levantam de repente como se tivessem sido pegados no flagra.
(Ian)- Vamos apostar uma corrida?
(Isa, Sofia e Giordana)- Ok!
(Giordana)- 1, 2, 3 e... já!! (celular da Isa e da Sofia começa a tocar)
(Isa e Sofia)- Ih, é nosso toque! (pegam o celular e nem reparam que Ian e Giordana saem correndo e batem a cabeça)
(Sofia-falando no celular)- Ah, é claro, eu vou na sua festa! O que? Vai ter DJ internacional lá? Não brinca, linda!! Ah, aqueles sapatos amarelo-ovo horríveis que você  comprou? São lindos, amei!
(Eu-falando no celular) Ah, sua festa é dia 21? Claro que eu posso ir! Uau!! O que? Eu? Sério?? Irado, miga! A Lady Gaga em pessoa vai estar lá? Noooooossa, flor!!!!!!!!!!!!!!!!!!
(Ian joga uma pedra em Sofia, que diz)- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh!!! Socorro! O mundo acabou e ainda não estamos no final de 2012!!!! (ela vê o Ian e a Gi e anda até eles, que estam jogados no chão. Então fala)- O que ouve, pirralinhos?
(Ian)- Bati a cabeça!
(Gi)- Tá doendo!
(Sofia)- (com voz relaxada) Ah, vocês bateram a cabeça... (estado de pânico) Aaaah!! Vocês bateram a cebeça!! A mamãe vai me matar!!!
(Eu-continuo no celular) Oooh!! Você vai para New York?? Tem passagem para mim? To cho-ki-ta!! (Sofia dá um tapa na minha cara. Eu desligo o telefone e digo)- Ai!!! O que foi???
(Sofia-aponta pro Ian e pra Gi) Tá vendo?
(Eu olho, mas não vejo nada de diferente)- O que é, sua peste? Tá brincando de ficar jogado no chão? E você? Caiu enquanto corria? Também, tão desajeitada, corre que nem um hipopótamo manco com prisão de ventre...
(Ian)- Bati a cabeça!!! Buáááááááááááá!!!!
Gi)- Tá doendo!!!!!!!!!!!!!! Vocês devem deixar a gente ir para quarto e fazer o que a gente quiser, como as mães fazem com os filhos doentes.
(Isa)- (voz relaxada) Ah, você bateu a cabeça... (falando com Sofia) tem uma nova promoção na Zara, vamos lá?
(Ian e Gi, olhando um para o outro)- É, elas realmente são irmãs...
(Isa-estado de panico)- Ah!!!! Vocês bateram a cabeça!! A mamãe vai nos matar!!
(Sofia)- Ambulância! Ambulância! Socorro!!
(Aparece Julia, a médica)- Deixem comigo!!
Ela leva Ian e Isa e Sofia para o escritorio médico e atende ele.
(enquanto Ju examina Ian e Gi fazendo alguns exames, Isa e Sofia olham os vidros de remédios da médica. Sofia diz)- Olha, maneiro! Ótimo para treinar bateria!
(Eu)- É mesmo! Trouxe as baquetas! (Começamos a batucar)
(Sofia-Joga as baquetas para cima e quebra  luminaria, que por sua vez era de vidro) Opa... Acho que quebrei alguma coisa... Mas tudo bem! (Volta a tocar)
(Isa-bato forte em um vidro)- Xii... menos um vidro de novalgina... Mas... Tudo bem, é ruim para chuchu!
(Ju-pro Ian e Giordana) Oh, está tudo bem com você, mocinho...(ouve barulhos e olha para trás, vê Isa e Sofia fazendo a maior bagunça) Aaaaaaaaaahhhhh!!! Meus remédios!!!Está tudo bem com seu irmão. Já pra fora mocinhas! (joga elas para fora do palco)
(Eu e Sofia-pro Ian) Ah, até que enfim vocês resolveram aparecer! Vão pro quarto se recuperar!
(Eu)- Estou achando que nosso irmão esta mentindo... A médica disse que está tudo bem...
(Sofia)- Vamos ligar para a detetive.
(Mari atende o telefone como a detetive) Alô?
(Sofia)- Alô, alô, alô, alô...
(Eu tiro o telefone da mão dela e começo a falar)- Alô, alô, alô...Ah! E alô, alô, alô, alô...
(Mari)- Você pode me dizer qual é o problema???
(Sofia-Arranca o telefone da mão da minha mão) É que nossos irmãos tão doente, e nós achamos que é uma farsa deles!
(Mari)- Ok, qual o numero da casa?
(Sofia)- 101.03, 101.03,101.03...
(Mari)- Tá, chega!!!!!!!!!!!!!!!!! (deliga o telefone na cara de Sofia)
(Sofia)- Afe, mal educada!!!
(Isa-quando toca a campainha) Ah, oi! Olha, ali é o sofá, ali é a luminaria, e ali é o manequim (Isa diz, apontando para Sofia) Ah, não, desculpa, aquela é a minha irmã!
(Mari)- Onde eles bateu a cabeça?
(Eu)- Ali, ali!!!! Foi aqui que eles bateram a cabeça!!
(Sofia)- Olha, ainda tá molhado de sangue!
(Mari-depois de examinar muito o caso) Sangue isso não é!
(Sofia)- Então não vai fazer mal se eu comer.
(Mari)- Não! Pode ser venenoso! (examina de novo) É katchup!!!
(Eu e Sofia)- Huuuuuuuuuuum, katchup!!!!!!!!!!
(Mari)- Vamos seguir as pegadas de katchup cantando uma musiquinha! Seguindo as pegadas, de katchup!!!!!!!
(Isa e Sofia-ignorando totalmente Maria Clara, Isa abre a porta do quarto de Ian e Giordana, que estão dançando.) Aháááá!!!
(Isa)- Sai daí, para eu procurar meus sapatos de salto de couro vermelho azulado com um tom meio amarelo e verde esmeralda! (olha debaixo da cama) Saquinhos de katchup... Vazios!!! Ahá!! Farsantes!!
Gi, dramática)-Oh não! Elas nos descobriram e trouxeram um oficial da polícia para nos prender! Eu falei que esta ideia de fingir ter batido a cabeça para ganhar mais atenção e poder fazer o que a gente quiser não ia dar certo! Você me deve 987 saquinhos de katchup e meio! E também vai pagar pra gente sair da prisão!    
(Mari)- Isso é crime!!! (joga eles pra fora do palco e estende a mão pra Sofia e pra Isa) 1.000 pratas pela consulta!
(Eu e Isa-se entreolhando)- Xiiiii...Hora de se mandar (pulamos do palco e saímos correndo)
(Mari)- Voltem aqui!!!!
Gi)-(para Mari)- Não vou pagar nada, ele é que vai pagar!(para Ian:) Não me deve mais nenhum saquinho de katchup.
Ian)Era melhor te dar 987 saquinhos de katchup do que ter pagar 1000 reais!
Gi)-Acredite, se fosse da marca que eu gosto você não ia querer fazer esta troca... 




 O Farsante (versão antiga)



(Sofia-malhando) Vamos apostar uma corrida?
(Eu e Ian)- Ok!
(Sofia)- 1, 2, 3 e... já!! (celular começa a tocar)
( Eu e Sofia)- Ih, é nosso toque! (Sofia, como eu, pega o celular e nem reparamos que o Ian sai correndo e bate a cabeça)
(Sofia-falando no celular)- Ah, é claro, eu vou na sua festa! O que? Vai ter DJ internacional na sua festa? Não brinca!!
(Eu-falando no celular) Ah, sua festa é dia 21? Vou ver se eu posso ir... Uau!! O que? Eu? Sério?? Irado, miga!
(Ian joga uma pedra em Sofia, que diz)- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh!!! Socorro! O mundo acabou e ainda não estamos em 2012!!!! (ela vê o Ian e anda até ele, que está jogado no chão. Entnåo fala)- O que ouve, pirralinho?
(Ian)- Bati a cabeça!
(Sofia)- (com voz relaxada) Ah, você bateu a cabeça... (estado de pânico) Aaaah!! Você bateu a cebeça!! A mamãe vai me matar!!!
(Eu-continuo no celular) Oooh!! Você vai para New York?? Tem passagem para mim? To cho-ki-ta!! (Sofia bate na minha cara. Eu desligo o telefone e digo)- Ahhh!!! O que foi???
(Sofia-aponta pro Ian) Tá vendo?
(Eu olho, mas não vejo nada de diferente)- O que é, sua peste? Tá brincando de ficar jogado no chão?
(Ian)- Bati a cabeça!!! Buáááááááááááá!!!!
(Eu)- (voz relaxada) Ah, você bateu a cabeça... (falando com Sofia) tem uma nova promoção na Zara, vamos lá?
(Ian)- É, elas realmente são irmãs...
(Eu-estado de panico)- Ah!!!! Você bateu a cabeça!! A mamãe vai nos matar!!
(Sofia)- Ambulância! Ambulância! Socorro!!
(Aparece Maria Clara, a médica)- Deixem comigo!!
(enquanto Mari examina Ian eu e Sofia olhamos os vidros de remédios da médica, ou seja, da Mari. Sofia diz)- Olha, maneiro! Ótimo para treinar bateria!
(Eu)- É mesmo! Trouxe as baquetas! (Começamos a batucar)
(Sofia-Joga as baquetas para cima e quebra  luminaria, que por sua vez era de vidro) Opa... Acho que quebrei alguma coisa... Mas tudo bem! (Volta a tocar)
(Eu-bato forte em um vidro)- Xii... menos um vidro de novalgina... Mas... Tudo bem, é ruim para chuchu!
(Mari-pro Ian) Oh, está tudo bem com você, mocinho...(ouve barulhos e olha para trás, vendo eu e Sofia fazendo a maior bagunça) Aaaaaaaaaahhhhh!!! Meus remédios!!!Está tudo bem com seu irmão. Já pra fora mocinhas! (joga a gente para fora do palco)
(Eu e Sofia-pro Ian) Ah, até que enfim você resolveu aparecer! Vai pro quarto se recuperar!
(Eu)- Estou achando que nosso irmão esta mentindo... A médica disse que está tudo bem...
(Sofia)- Vamos ligar para a detetive.
(Mari troca de papel e atende o telefone como a detetive) Alô?
(Mari)- Alô!
(Sofia)- Alô, alô, alô, alô...
(Eu tiro o telefone da mão dela e começo a falar)- Alô, alô, alô...Ah! E alô, alô, alô, alô...
(Mari)- Você pode me dizer qual é o problema???
(Sofia-Arranca o telefone da mão da minha mão) É que nosso irmão tá doente, e nós achamos que é uma farsa dele!
(Mari)- Ok, qual o numero da casa?
(Sofia)- 101.03, 101.03,101.03...
(Mari)- Tá, chega!!!!!!!!!!!!!!!!! (deliga o telefone na cara de Sofia)
(Sofia)- Afe, mal educada!!!
(Eu-quando toca a campainha) Ah, oi! Olha, ali é o sofá, ali é a luminaria, e ali é o manequim (Eu digo, apontando para Sofia) Ah, não, desculpa, aquela é a minha irmã!
(Mari)- Onde ele bateu a cabeça?
(Eu)- Ali, ali!!!! Foi aqui que ele bateu a cabeça!!
(Sofia)- Olha, ainda tá molhado de sangue!
(Mari-depois de examinar muito o caso) Sangue isso não é!
(Sofia)- Então não vai fazer mal se eu comer.
(Mari)- Não! Pode ser venenoso! (examina de novo) É katchup!!!
(Eu e Sofia)- Huuuuuuuuuuum, katchup!!!!!!!!!!
(Mari)- Vamos seguir as pegadas de katchup cantando uma musiquinha! Seguindo as pegadas, de katchup!!!!!!!
(Eu e Sofia-ignorando totalmente Maria Clara, abro a porta do quarto de Ian, que está dançando.) Aháááá!!!
(Eu)- Sai daí, para eu procurar minhas pontas! (olha debaixo da cama) Saquinhos de katchup... Vazios!!! Ahá!! Farsante!!
(Mari)- Isso é crime!!! (joga ele pra fora do palco e estende a mão pra mim e pra Isa) 1.000 pratas pela consulta!
(Eu e Isa-se entreolhando)- Xiiiii...Hora de se mandar (pulamos do palco e saímos correndo)
(Mari)- Voltem aqui!!!!



Chapeuzinho Pink-Parte 1

Queridos leitores que são suficientemente inteligentes para ler meu blog (isso não significa que são burros, calma), eu tive uma "maravilhosa" ideia. Vou escrever uma nova versão de Chapeuzinho Vermelho. Na verdade, não só uma, mais algumas versões... A primeira, Chapeuzinho Pink, começa... AGORA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

Chapeuzinho Pink
Parte 1 
Um maravilhoso best-seller da estupenda e magnífica autora Isadora R. G. 



      Era uma vez uma maravilhosa garotinha chamada Tifanny. Tifanny morava em uma aldeia na Europa e todos a conheciam como Chapeuzinho Pink, porque sua avó havia costurado uma capa com capuz rosa e tinha dado para sua "netinha linda". A tal "netinha linda" em questão era metida, era esnobe, era mimada e era loira, usava lentes de contato azuis, fazia lipoaspiração e bronzeamento artificial, tinha silicone nos seios, na bunda e nas coxas, não comia quase nada porque seguia rigorosamente a sua dieta e ia pra academia 48 horas ao todo em casda semana. Ela tinha 16 anos.
         Um dia, sua mãe mandou-a levar pílulas de emagrecer para sua avó, que estava "semi-obesa". O diálogo a seguir foi:
      −Tifanny, vai levar estas pílulas pra sua avó que ela tá muito obesa e precisa emagrecer urgentemente.
          Tifanny, que estava mexendo em seu IPhone 3.456.999.236, falou, de má vontade:
          −Eu não, mãe! A vovó que fique gorda, eu não vou gastar meus saltos agulha para levar pílulas à uma velha! Você que vai− resmungou Tifanny.
      − Não posso, filha! Vou me depilar, fazer as unhas, cortas os cabelos, ir pra academia, fazer tratamento facial, tomar banho de algas com leite de cabra e lama e depois vou receber uma massagem com pedras preciosas! Depois de tudo vou pra balada e depois pra piscina azarar alguns homens!
          −Tá bom, eu vou. Mas você me deve um salto rosa choque com pérolas e diamantes da Prada.
          E lá foi Tifanny, andando de seu jeito sedutor e rebolador com uma cesta cheia de pílulas na mão.

Continua... 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A Ruiva do Shopping-Parte 2

Um dia, Bella acordou em uma manhã quente de verão 1 uma da tarde. Era férias e ela devia ter dormido demais, porque andava dormindo muito pouco e mal há dias, desde que acabara as aulas, e o sono e as olheiras haviam se acumulado durante semanas.
Cuidadosamente para não se desequilibrar e não quebrar nada, olhou a sala que dormia. O seu quarto estava em reforma, e ela estava dormindo no escritório completamente clássico, o de sua mãe. O lugar era bem grande (como toda a casa de quatro andares e piscina de Bella) e não tinham precisado de esforço ao colocar o colchão entre duas estantes gigantescas (daquelas de madeira escura e chique com escada para pegar os livros que estavam nas prateleiras mais altas) que estavam na parede sul (a maior parede de lá). Na parede oeste havia uma escrivaninha muito grande que ocupava quase toda a parede, e dos lados da escrivaninha haviam outras estantes (menores, mas também muito altas, de madeira escura e com escadas) que deviam medir um metro e meio de altura. Na escrivaninha, tinha um computador da Apple, uma impressora, alguns livros jogados, a pasta de trabalho, alguns cds e dvds importantes, folhas com coisas de trabalho escritas, um grampeador, um IPad, um estojo, um potinho cheio de clips, papéizinhos de lembretes e porta-lápis (com não só lápis, mas tesoura, canetas, réguas, lápis de cor, lixa de unha, marca-texto, lapiseiras e papéis de anúncios ou já usados). Na frente da mesa, havia uma janela que dava para o jardim da frente, e logo abaixo algumas prateleiras com livros e outra com fotos de família ou desenhos e boletins de Bella e seus irmãos. Abaixo da mesa, havia um arquivo e uma lixeira. A porta (que ficava na parede sul) era grande e de vidro, com uma cortina vermelho-vinho para momentos de privacidade. A parede leste era ocupada com um divã de couro na frente de uma TV de plasma.
Bella estava morrendo de fome, e como era tarde, resolveu já almoçar. Depois vestiu uma calça jeans larga com uma blusa listrada de preto e branco e um all-star vermelho. Então assistiu um pouco de Reality Show na TV, mas não conseguiu se distrair, e não tinha nada de bom passando, então resolveu ligar para Cecília e convidá-la para ir ao shopping. A conversa foi simples:

-Alô?
-Cecília? É a Bella.
-Ah, oi, Bella.
-Quer ir para o Shopping Leblon? Na minha casa tá muito entediante, não tenho nada para fazer.
-Hoje a maioria dos shoppings estão fechados, é um feriado religioso no Rio. O único que está aberto, além do Barra Shopping, que deve estar lotado, é o Shopping Religioso Cristão, Judeu, Evangélico e Budista de Botafogo.
-O Shopping Religioso Cristão, Judeu, Evangélico e Budista de Botafogo? Mas dizem que lá é assombrado pela loira do shopping.- o medo de Bella venceu-a.- Sua mãe nos leva no Barra Shopping? A minha tá ocupada...
-Sem essa, Bella. É tudo besteira! Não existe nada de loira do shopping! E ainda mais, o Barra Shopping é muito longe e o caminho deve estar engafarrado, porque o Shopping Religioso de Botafogo não tem uma fama muito boa.
-Ninguém vai lá porque a loira do shopping assombra lá! E seu pai, está disponível para nos levar na Barra?
-Isabella Maria Machado! A loira do shopping é inventada, não sei como você acredita!- bronqueou
-É verdade, a loira do shopping não existe, ela só assombra banheiros. A Ruiva do Shopping que assombra o shopping!
-Nada a ver, quem te disse isso?
-Uns garotos do quinto ano que vivem implicando com a Katy.
-Garotos são ridiculamente ridículos e idiotas, Bella! Não pode acreditar nem confiar em um deles!
-Tá bom, tá bom. Mas nós não podemos ir sem as meninas. Eu ligo pra elas e a gente se encontra na minha casa.
-Ok. Tchau.
-Tchau.
Bella desligou o telefone e resolveu jogar vôlei com seus irmãos e uma menina que morava do outro lado da rua. Ganhou 9 partidas em 10, e depois foi tomar um banho para ficar pronta.   Botou um short jeans e uma blusa branca com os dizeres "I Love Volleyball", um casaco de malha azul e tênis de corrida. Duas horas depois do telefonema, quando Bella estava botando seus tênis incrivelmente apertado para seus pés e resmungando que precisava comprar um tênis novo, a campainha tocou. Calçando apenas um pé do tênis, Isabella escancarou a porta e voou escada a baixo, quase caindo, gritando "Já vai!!!!!!!" com toda a sua força. Como dá para perceber, ela era "meio" escandalosa.

Continua...